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ORDO LITURGICUS 2026

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    Blog Schola Cantorum
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ORDO LITURGICUS





"Ordo Liturgicus" ou Diretório Litúrgico para a recitação do Ofício Divino e a celebração da Santa Missa segundo o usus antiquior do Rito Romano, de acordo com as rubricas do Breviário e Missal Romanos da edição típica de 1962, para o uso da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney,


vulgo:

Rito Tridentino

 

Ano do Senhor 2026

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Por Pe. Jorge Luís | Publicado no dia 28 de dezembro de 2025




Reflexão




A importância da Missa na Igreja.


O sacrifício é um ato da virtude da religião pelo qual se reconhece a suprema soberania de Deus, Criador e Senhor. É algo que pertence à Lei Natural, inato no coração do homem. Por isso, todas as religiões, até as falsas, pagãs, tiveram seus sacrifícios oferecidos à divindade.


No Antigo Testamento, conhecemos os sacrifícios de Abel, Noé, Abraão, Melquisedec, bem como os regularizados pela Lei de Moisés. Eram sacrifícios para reatar e renovar a aliança da humanidade com Deus, sacrifícios de adoração, ação de graças, satisfação pelos pecados e pedido de graças e benefícios. Mas todos esses sacrifícios eram insuficientes no seu objetivo diante de Deus, dada a condição de humanidade decaída pelo pecado original. O homem, por si só, não seria capaz de oferecer um sacrifício digno de Deus, perfeitamente satisfatório e agradável a ele.


Assim, “por causa de nós homens e por causa de nossa salvação”, o Verbo de Deus se fez carne, tornou-se um de nós, e, em nome da humanidade, veio oferecer um sacrifício digno de Deus. Com sua Paixão e Morte na Cruz, ele o fez uma vez por todas, definitivamente, realizando “uma nova e eterna aliança” da humanidade com Deus.


Esse sacrifício único e definitivo da Cruz, para benefício de toda a humanidade de todos os tempos e lugares, Jesus quis que fosse perpetuado na Igreja até o fim dos séculos, para que a todos fossem aplicados os frutos de sua Paixão. Por isso, ele instituiu o Sacrifício da Missa, pelo qual se renova cada vez e se torna presente o seu sacrifício da Cruz.


Desse modo, a Santa Missa é o sacrifício da Nova Lei ou Aliança, o centro da Igreja Católica, a razão de ser do sacerdócio católico e a característica da nossa identidade.

É o que nos ensina o Catecismo da Igreja Católica: “A Eucaristia é o coração e o ápice da vida da Igreja, pois nela Cristo associa sua Igreja e todos os seus membros a seu sacrifício de louvor e ação de graças oferecido uma vez por todas na cruz a seu Pai; por seu sacrifício ele derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que é a Igreja. A Eucaristia é o memorial da páscoa de Cristo: isto é, da obra da salvação realizada pela Vida, Morte e Ressurreição de Cristo, obra esta tornada presente pela ação litúrgica. Enquanto sacrifício, a Eucaristia é também oferecida em reparação dos pecados dos vivos e dos defuntos, e para obter de Deus benefícios espirituais ou temporais” [3].


O mesmo ensinamento nos traz o Direito Canönico: “Augustíssimo sacramento é a santíssima Eucaristia, na qual se contém, se oferece e se recebe o próprio Cristo Senhor e pela qual continuamente vive e cresce a Igreja. O Sacrifício Eucarístico, memorial da morte e ressurreição do Senhor, em que se perpetua pelos séculos o Sacrifício da cruz, é o ápice e a fonte de todo o culto e da vida cristã, por ele é significada e se realiza a unidade do povo de Deus, e se completa a construção do Corpo de Cristo. Os outros sacramentos e todas as obras de apostolado da Igreja se relacionam intimamente com a santíssima Eucaristia e a ela se ordenam” [4].


Por isso, “é necessário que todos os fiéis tenham por seu principal dever e suma dignidade participar do santo sacrifício eucarístico, não com assistência passiva, negligente e distraída, mas com tal empenho e fervor que os ponha em contato íntimo com o Sumo Sacerdote…” [5].


A Santa Missa é o grande mistério da nossa fé, a mais bela coisa que existe do lado de cá do Paraíso. Pela sua sublimidade e dignidade, a Eucaristia merece, pois, o nosso máximo amor, admiração, respeito e veneração.


Dom Fernando Arêas Rifan

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS FORMAS DO RITO ROMANO DA SANTA MISSA


 
 
 

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