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O Gente Felix Hospita - Hino à Sagrada Família

  • Foto do escritor: Blog Schola Cantorum
    Blog Schola Cantorum
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Trazemos aos nossos caros leitores este belíssimo canto gregoriano "O Gente Felix Hospita", escrito pelo Papa Leão XIII (1810-1903), designado para as Laudes da Festa da Sagrada Família. Não há uma tradução exata para o vernáluco, mas há conhecimento de algumas traduções, sendo a primeira (inglês) foi feita pelo padre, professor americano e acadêmico católico Hugh Thomas Henry (1862-1946) e registrada com com métrica 86 nos livros SALISBURY ( Ravenscroft Psalmes), e Ravenscroft Psalter, (1621). Há uma belíssima versão em Italiano, muito usada por sinal. Vivamente recomendados aos nossos músicos da Administração Apostólica o aprendizado desse hino, as ser cantado na sua forma original.






O gente felix hospita,

Augusta sedes Nazarae,

Quae fovit alma Ecclesiae

Et protulit primordia.


Sol, qui pererrat aureo

Terras iacentes lumine,

Nil gratius per saecula

Hac vidit aede, aut sanctius.


Ad hanc frequentes convolant

Caelestis aulae nuntii,

Virtutis hoc sacrarium

Visunt, revisunt, excolunt.


Qua mente Iesus, qua manu,

Optata patris perficit!

Quo Virgo gestit gaudio

Materna obire munera!


Adest amoris particeps

Curaeque Ioseph coniugi,

Quos mille iungit nexibus

Virtutis auctor gratia.


Hi diligentes invicem

In Iesu amorem confluunt,

Utrique Iesus mutuae

Dat caritatis praemia.


Sic fiat, ut nos caritas

Iungat perenni foedere

Pacemque alens domesticam

Amara vitae temperet!


Iesu, tuis obediens

Qui factus es parentibus,

Cum Patre summo ac Spiritu

Semper tibi sit gloria.

Amen.

Ó NAÇÃO, feliz anfitriã,

augusta sede de Nazaré,

que nutriu a alma da Igreja

e deu origem aos seus primórdios.


O sol, que vagueia sobre as terras

banhadas em luz dourada,

nada viu mais agradável ou mais sagrado ao longo dos séculos

do que este templo.


A Ele convergem os frequentes mensageiros

dos salões celestiais;

este santuário da virtude vê,

revisita e cultiva.


Com que mente, com que mão,

Jesus cumpre os desejos de seu Pai!

Com que alegria a Virgem se esforça

para cumprir seus deveres maternos!

José, companheiro no amor e no cuidado,

está presente com seu esposo,

a quem a graça do autor da virtude

une por mil laços.


Este amor mútuo flui

para o amor de Jesus,

e Jesus concede a ambos

as recompensas da caridade mútua.


Que a caridade nos una

em uma aliança eterna e,

nutrindo a paz doméstica, a

tenue a amargura da vida!


Jesus, glória a vós,

que nascestes da Virgem,

com o Pai e o Espírito Santo,

pelos séculos dos séculos.




 
 
 

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